¨ monólogo [1]..

Todo rumor me leva a esse ninguém que me escuta. Trabalho constante e letal para qualquer realidade que não em dissolução. Há também paredes em meus pensamentos mais leves. Penso nisso até quando o café enpresta seu calor a meus olhos, e o sol me engasga. Minhas palavras, umas às outras se adentram, se engavetam; meus desejos pulam de agora em agora, sincronizando vida e morte.